Language branches.

I could write an introduction the explains how fundamentally important language is but I have a feeling I’d be telling you nothing new. Our spoken language forms the basis of co-operation and is one of the most obvious differences between us and chimps (along with bipedality and a lack of fur).
The obvious importance of language naturally makes most people curious about it. Who first spoke? Why did they decide to? How did they figure it out? When did all this happen? The study of language is a vibrant field that attracts all sorts of people who want to learn about this crucial trait.
Luckily for them language behaves in a manner akin to evolution. It is passed through generations and occasionally changes in the process. This means some evolutionary techniques could be applied to language. For example, if you could measure the rate of this evolution you might be able to work backwards and figure out how long it has been around.
However this potential for evolutionary study is often little more than a scientist-tease. Language is also influenced by a range of social factors that often mask or otherwise alter its evolution.
To read the whole article visit: http://evoanth.wordpress.com/2012/05/10/dating-the-origin-of-language/
Um vídeo muito engraçado sobre os muitos pleonasmos usados no nosso dia a dia.
Oswald de Andrade definiu o brasileiro como “uma mistura de floresta com escola, um misto de dormenenêqueobichovempegá com equações”.
Nosso falar mole e descansado conserva, perante a comida, um respeitoso vínculo, profundo e quase umbilical.
Vítima da miséria secular, a gente brasileira encontrou nas metáforas ligadas à alimentação uma forma genuína de expressar-se, de representar e recriar o mundo.
Expressões culinárias
Linguagem rica, banquete pra mais de mil talheres.
Se vingança é prato que se come frio, o gostinho da vitória terá de ser saboreado.
Desaforos não devem ser engolidos, pessoas inflexíveis e de temperamento forte são pão, pão, queijo, queijo e gente de má índole é farinha do mesmo saco.
Tua batata tá assando. Perigo iminente! Farinha pouca? Meu pirão primeiro. A mais pura definição do salve-se quem puder.
A situação vai melhorar? Batata: junto com as boas novas vem, no pacote, um angu de caroço. Enquanto os políticos falam abobrinhas e são tratados a pão de ló, o povo continua comendo o pão que o diabo amassou. Dá pra pagar as contas? Mamão com açúcar? Que nada… Sobreviver continua osso duro de roer.
Essas e outras tantas expressões, todo brasileiro sabe. Conhecê-las faz parte de nossa educação florestal; desconhecê-las é desentender as motivações que alimentam nossa alma.
Educação culinária
Em um país de tanta abundância e tão pouca oportunidade para tantos, há quem acredite que a nova classe C está destinada a ficar por cima da carne seca e tirar a barriga da miséria. Nem nos causa estranheza que nossos ministros sejam fritados ou a liberação de recursos para a saúde e a educação seja eternamente cozinhada em fogo brando e mantida em banho-maria. Aliás, quem é que não sabe que tudo aqui acaba em pizza?
No Brasil, fast-food e alopatia convivem na boa com a mamadeira, a canjica, os chás de erva-cidreira e erva-doce. Geleia global. Tudo bem que os americanos tenham o seu “piece of cake”, designativo das coisas fáceis de obter. Houve tempo em que eles só souberam da fartura e não sentiram na carne o que é ter de descascar um abacaxi, resolver um pepino, encarar uma batata quente e enfrentar o angu de caroço que é o nosso dia a dia.
Afinal, mesmo em crise, eles ainda ganham em dólar. E comem como poucos…
José Paulo Oliveira é professor, consultor de comunicação e coautor, ao lado de Carlos Alberto Motta, de Como Escrever Melhor (Publifolha, 2000)
Fonte: http://revistalingua.uol.com.br/textos/78/a-globalizacao-da-culinaria-255260-1.asp
O interesse dos brasileiros pelas redes sociais vai além do botão “curtir”. O terceiro país com maior número de usuários no Facebook é o primeiro quando se trata de redes para o ensino de idiomas.
No Busuu e no LiveMocha, principais projetos de mídias sociais de línguas, o público brasileiro é maioria, com 2 milhões de alunos em cada plataforma. “Mercado emergente, população jovem com sede de aprender e popularização da tecnologia garantem o sucesso dos sites no Brasil”, afirma o cofundador do Busuu, Bernhard Niesner. “Na rede social você encontra diversão e flexibilidade. E o sistema é inteligente, sabe exatamente as dificuldades do aluno, coisa que nenhum professor ou CD-ROM é capaz de memorizar.”
Busuu e LiveMocha funcionam de modo semelhante. Ao se cadastrar, o usuário indica quais idiomas fala fluentemente e quais deseja aprender. Os conteúdos são gratuitos e os exercícios, corrigidos por nativos do idioma. Como em toda rede social, os integrantes podem conversar, colocando em prática o que aprenderam. “O aluno ganha confiança e se expõe de maneira formal e informal a uma comunidade poderosa de falantes nativos”, afirma André Almeida, diretor de Language Training do LiveMocha no Brasil.
O americano Ryan Strong se cadastrou no LiveMocha há um mês para aprender português. Quer morar no Brasil quando terminar as aulas de Fiction Writing no Sarah Lawrence College em Nova York. “Tive dificuldade de achar um curso acessível de ‘português brasileiro’.” No LiveMocha pode-se aprender 38 idiomas com exercícios simples e o contato com nativos. Para ter material mais elaborado, disponível só para inglês, espanhol, francês, alemão e italiano, é preciso pagar mensalidade.
No Busuu, há cursos de 12 idiomas, com material extra para quem se dispõe a pagar. No início deste ano, o Busuu em parceria com o IE Business School realizou o I Barômetro de Idiomas, que avaliou os hábitos de estudo 45 mil pessoas de 230 países. Confira aqui algumas conclusões a que eles chegaram sobre os hábitos dos brasileiros.
Autora: Juliana Deodoro.

Crescimento econômico do país e proximidade de grandes eventos, como a Copa e as Olimpíadas, têm gerado horizontes promissores para os profissionais da área:
O Brasil vem tendo destaque no cenário internacional, principalmente após se consolidar na 6ª posição entre as maiores economias do mundo em 2011, segundo o ranking do Centro de Pesquisa para Economia e Negócios (CEBR, em inglês), e por ser palco de eventos de proporção global, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. E essa importância crescente do país vem atraindo cada vez mais os olhos de empresários do mercado estrangeiro.
O estreitamento dessas relações demanda, no entanto, uma comunicação eficiente, um entendimento por meio de uma língua comum entre empresários brasileiros e estrangeiros, além de documentos redigidos de maneira que haja clareza para ambas as partes. Uma das alternativas que podem facilitar essa interação é o intermédio de profissionais de tradução (para documentos, textos, livros, entre outros) e interpretação (em conversas ou reuniões, com traduções simultâneas, por exemplo).
“O Brasil está crescendo e cada vez mais empresas vêm para cá, o que resulta na necessidade da tradução ou interpretação. Alguns exemplos são as traduções de etiquetas, manuais, documentos e interpretação em eventos, conferências, entre outros”, afirma Pérsio Burkinski, tradutor há mais de 20 anos.
O Sindicato Nacional de Tradutores (Sintra), por meio das informações do seu portal, aponta também oportunidades de trabalho com tradução de legendas, para dublagem e transcrição de áudio. Além disso, há a tradução juramentada, em que o profissional precisa ser concursado e registrado pela Junta Comercial da cidade ou região onde mora, para traduzir documentos oficiais (licitações, contratos, processos etc).
Qualificação profissional Apesar de ser promissor, o mercado da tradução e da interpretação carece de profissionais qualificados. “Os bons tradutores/intérpretes são aqueles que estão sempre se atualizando e têm acesso a bons materiais de estudo, como dicionários de línguas estrangeiras de boa qualidade, o que ainda falta no país”, afirmou o empresário. Para ser tradutor ou intérprete não é preciso, necessariamente, ter feito algum curso específico, mas é preciso conhecer muito bem outro idioma e a cultura dos falantes da língua estrangeira, de acordo com Pérsio Burkinski.
Além disso, o portal do Sintra aponta que é necessário participar de cursos específicos para o aprendizado teórico e técnico da tradução e da interpretação. “Existem cursos de graduação, extensão e pós-graduação (atualização e especialização) na área, em universidades de todo o Brasil. Além disso, cursos de idiomas, consulados e outras entidades muitas vezes oferecem cursos específicos”, diz o site. Pérsio aponta características essenciais para os bons profissionais do ramo:
Tradutor
- Conhecer muito bem a língua-mãe e uma segunda língua;
- Ter interesse em se aprofundar e estudar continuamente.
Intérprete
Além das duas características acima referentes ao tradutor, o intérprete precisa:
- Ser comunicativo;
- Ter raciocínio rápido para encontrar soluções instantâneas para as traduções. Para mais informações sobre o assunto consulte o portal do Sintra.
Autora: Mayara Emmily
(Source: administradores.com.br)